Author Archives: Bruno Francesco
Direitos Autorais na era digital 2/3
Como vimos anteriormente, o direito autoral surgiu há 300 anos. Era preciso algum tipo de proteção ao autor depois que se tornou possível “copiar em grande escala”. Atualmente, se tornou muito difícil acompanhar a multiplicação do número de veículos de comunicação e as suas transformações.
As tentativas de “barrar” esse desenvolvimento encontram dificuldades, pois a uma ajuda colaborativa muito grande no caminho contrário. Criam-se termos como DRM (Digital Right Management) para definir uma tentativa de controle por parte das gravadoras e editoras sobre a obra de seus artistas, agora pulverizados gratuitamente na internet. Há quem defenda e estimule essa pratica alegando uma fabulosa forma do artista divulgar seu trabalho sem custo. Alguns abraçaram a idéia lançada por um grupo de advogados Lawrence Lessing que propõe o “Free Culture” através do “Creative commons” onde o artista se cadastra e libera a sua obra para terceiros copiarem, editarem, enfim manipularem como for mais conveniente. Advogados, fabricantes de computadores e softwares não vivem de musica. Mas ganham com ela.
Bruce Dickinson

Começou como vocalista cantando em bandas desconhecidas do grande público. A banda que o projetou foi a Samson na qual gravou dois álbuns. Saiu do Samson para o estrelato com a banda Iron Maiden, tendo a difícil missão de substituir Paul Di’Anno . Acabou se tornando um dos mais respeitados vocalistas do heavy metal.
Samson:
Direito autoral na era digital- 1/3
Hoje uma grande mudança na concepção do Direito Autoral acontece. A internet transformou a forma de se ganhar dinheiro com conteúdo (música, filme, revistas e etc…). Vemos artistas, gravadoras e estúdios processando seus “fãs” ou fãs (mesmo!) por se “alimentarem” da grande rede de computadores. Outros se adaptam as novas regras do jogo e continuam faturando.
Mas por que é tão dificil se adaptar ao novo cenário de distribuição de conteúdo, e, principalmente, como ganhar com ele?
Em busca dessa resposta fui pesquisar! Dividi então em uma série de posts para entender melhor o assunto.
Então vamos do começo para compreender como tudo foi se organizando:
Na Antiguidade e na maior parte da Idade Média, apesar da grande produção de arte, não havia a necessidade de se proteger os autores com uma legislação especial porque eles recebiam honrarias e recompensas financeiras que lhes permitia entregar-se a sua arte sagrada sem preocupações econômicas.
Piano
O Piano é um instrumento musical de cordas percutidas, com teclas e uma grande caixa de ressonância. O som é produzido pela pressão das teclas que acionam martelos de madeira revestidos de feltro que, por sua vez, fazem percutir as cordas.
Apareceu em 1474 e foi criado por Robert Andersan. Mas a primeira referência sobre o piano foi publicada em 1711, no “Giornale dei Litterati d’Italia” que cobria em Florença a apresentação pelo seu inventor Bartolomeo Cristofori. A nova invenção dava a possibilidade de dar diferentes intensidades aos sons e por isso recebeu o nome de “piano-forte” (que vai do pianíssimo ao fortíssimo) e mais tarde, reduzido apenas para piano.
No século XIX o ele passou por diversos melhoramentos. O número de teclas aumentou, as cordas ficaram mais longas e grossas e os martelos, antes cobertos por couro, passaram a ser revestidos de feltro, melhorando a sonoridade. Os compositores românticos passaram a explorar todos os recursos do piano: Schubert, Mendelssohn, Chopin, Schumann, Liszt e Brahms.
As mudanças sociais ocorridas no fim do século XVIII para os primeiros anos do século XIX, com o aparecimento da classe média, determinaram um novo conceito no tamanho das residências, agora menores, em comparação com as casas da nobreza. Esta situação favoreceu a criação do piano vertical, por volta de 1800, cuja principal vantagem era ocupar menos espaço e ser um instrumento mais barato que os pianos horizontais fabricados até então. Logo se tornou popular e foi um móvel comum na maioria das salas de visitas das casas do século XIX.












