Category Archives: Papo de Estúdio
O LP Volta?
O Disco de vinil, mais conhecido como LP (Long Play), volta a ser personagem na mídia. Surgiu no ano de 1948 para a reprodução musical, parece ser insubstit
uível para os amantes da música. Muito superior ao seu antecessor era o disco de goma-laca de 78 rotações – RPM que comportava uma canção por face do disco.
Ele possui micro-sulcos ou ranhuras que fazem a agulha vibrar. Essa vibração é transformada em sinal elétrico, amplificada, enfim se tem o som.
Os discos de vinil foram produzidos sob diferentes formatos:
Já em 2010

Olá pessoal,
Desculpa a ausência nas postagens mas tem uma boa causa, a reformulação do blog …não vou deixar de falar de música!!!… a mudança será visual e a organização dos posts também será revista. Como eu sou o único envolvido em tudo por aqui isso toma meu tempo para programar os posts. Deixei alguns post para serem “lapidados” que colocarei ainda essa semana. Agradeço a Audiência desses 6 meses de existência. Resolvi fazer um blog pensando em uma alternativa mais dinâmica de demonstrar meu trabalho e minha paixão pela música. Inclusive estou gravando meu CD e gostaria de compartilhar a primeira música, ainda pré-mixada, com vocês.
Como dar nome a sua banda
A banda está pronta, ensaiada e não tem nome!
Dar nome a alguma coisa talvez seja uma das tarefas mais difíceis em qualquer área. É uma decisão que, a princípio, é pra sempre…ou não. Mas com certeza vai envolver até quem não está na história. Quem já não fez aquelas listas enormes com palavras mil pra mostrar até pra vovó e encontrar um consenso …ou melhor maioria dos envolvidos. Sugestões de qualquer pessoa podem ser ouvidas, mas há pessoas que possuem conhecimento da área (profissionais de Naming) e são capazes de entender um ato tão simples …simples!?…?… acho que não!.
Sons humanos

Pra quem procura fazer ambiências em suas gravações com sons de risadas, aplausos e tudo mais segue esse site: http://www.audiencesounds.com/index.html
Direitos Autorais na era digital 2/3
Como vimos anteriormente, o direito autoral surgiu há 300 anos. Era preciso algum tipo de proteção ao autor depois que se tornou possível “copiar em grande escala”. Atualmente, se tornou muito difícil acompanhar a multiplicação do número de veículos de comunicação e as suas transformações.
As tentativas de “barrar” esse desenvolvimento encontram dificuldades, pois a uma ajuda colaborativa muito grande no caminho contrário. Criam-se termos como DRM (Digital Right Management) para definir uma tentativa de controle por parte das gravadoras e editoras sobre a obra de seus artistas, agora pulverizados gratuitamente na internet. Há quem defenda e estimule essa pratica alegando uma fabulosa forma do artista divulgar seu trabalho sem custo. Alguns abraçaram a idéia lançada por um grupo de advogados Lawrence Lessing que propõe o “Free Culture” através do “Creative commons” onde o artista se cadastra e libera a sua obra para terceiros copiarem, editarem, enfim manipularem como for mais conveniente. Advogados, fabricantes de computadores e softwares não vivem de musica. Mas ganham com ela.















