Category Archives: Papo de Estúdio
Direito autoral na era digital- 1/3
Hoje uma grande mudança na concepção do Direito Autoral acontece. A internet transformou a forma de se ganhar dinheiro com conteúdo (música, filme, revistas e etc…). Vemos artistas, gravadoras e estúdios processando seus “fãs” ou fãs (mesmo!) por se “alimentarem” da grande rede de computadores. Outros se adaptam as novas regras do jogo e continuam faturando.
Mas por que é tão dificil se adaptar ao novo cenário de distribuição de conteúdo, e, principalmente, como ganhar com ele?
Em busca dessa resposta fui pesquisar! Dividi então em uma série de posts para entender melhor o assunto.
Então vamos do começo para compreender como tudo foi se organizando:
Na Antiguidade e na maior parte da Idade Média, apesar da grande produção de arte, não havia a necessidade de se proteger os autores com uma legislação especial porque eles recebiam honrarias e recompensas financeiras que lhes permitia entregar-se a sua arte sagrada sem preocupações econômicas.
Workshop “Redes Sociais Aplicadas à Música”

As Redes Sociais vêm a cada dia se tornando uma valiosa fonte de contatos, clientes e negócios. Para quem é do mundo da música, as redes sociais são hoje um importantíssimo universo de atuação. Através delas, bandas e artistas mostram seus trabalhos, conquistam fãs, agendam shows etc.
Mas o que são as tais redes sociais? Como usá-las de maneira correta? Qual o segredo? Existe segredo?
Para responder a essas e outras perguntas, Patrícia Moura, Ana Élle, Christian Garcia, Paula Martini e Leoni marcam presença no Workshop “Redes Sociais Aplicadas à Música”
Para mais detalhes clique aqui.
Quer montar uma banda?

Você se juntou aos seus amigos, decidiu formar uma banda e com certeza precisa ensaiar. O que falta? Equipamento! Antes que matem o vocalista por achar que não precisa comprar nada ou você (caso seja você o vocalista) saiba o que cada um precisa investir.
Vamos pensar no básico (*considerando equipamentos com qualidade “apresentável”) para começar os ensaios e depois no que seria um equipamento profissional. Não vou falar nas marcas dos instrumentos porque teria que entrar em discussões mais técnicas que prolongariam o post, mas pela média de preços (de boas marcas e instrumentos entre usados e novos) podemos ter uma idéia.
Faremos o nosso levantamento para uma banda de cinco componentes que englobe os instrumentos mais conhecidos:

Baterista
Referências: Neil Peart, Carlos Bala, Steve Gadd, Carter Belford…
São responsáveis pelo ritmo da banda. Eles que vão puxar o andamento da música e principalmente mantê-lo. Precisam ter um bom ouvido para o ritmo e a forma musical. Um bom baterista é preciso, técnico e sensível ao que a música pede, sabendo exatamente onde colocar notas e onde deve haver espaço para a música respirar.
Certamente é o que irá colocar mais a mão no bolso um equipamento básico para baterista já custa muito caro! Se a banda ensaia na “garagem” de alguém com certeza a casa dele será a primeira opção, pois dá muito trabalho transportar a bateria pra lá e pra cá.
Criatividade – De onde vem?

Procura-se incansavelmente uma explicação definitiva para criatividade em todas as áreas das ciências. Vários caminhos foram traçados por alguns teóricos como: aspectos cognitivos, arquitetura do pensamento, a abordagem empírica entre outras coisas. Pelo consenso, consiste basicamente em utilizar os elementos disponíveis de forma diferente do trivial.
O cérebro é dividido em dois hemisférios responsáveis pelo potencial racional e criativo do ser humano. Enquanto o esquerdo nos possibilita perceber o racional, o direito estimula nossa criatividade, a intuição, etc.
Alguns teóricos tentaram definí-la:
Ernst Kris: recriação da realidade
Schiller: meio para melhorar a sociedade
John Dewey: fruto da experiência do indivíduo
Sigmund Freud: resultado da tensão provocada pela percepção do desequilíbrio ou necessidades
John P. Guilford: coleção de diferentes habilidades ou traços componentes
Abraham Maslow: gênese do eu profundo ou primário, comum e universal em crianças e em muitos adultos bloqueada
Carl Jung: resultado do tipo psicológico do indivíduo
Norbert Sillamy: disposição que existe potencialmente em todos os indivíduos e em todas as idades
Como compor uma música
De início alerto que não há formula mágica para composição, e, principalmente, para inspiração. Compor consiste, basicamente, em reunir elementos isolados, frutos de nossa experiência, que ordenados em determinados padrões resultam em uma peça única.
Compor, segundo muitos compositores, é antes de tudo transpiração. Não dá pra contar sempre com a inspiração, às vezes é preciso começar algo para ela surgir. Como se estivesse preparando o terreno, ela surgirá como um lampejo sem aviso. A espera pode ser longa ou curta, mas o importante é não desanimar.
O que vem primeiro, a música ou a letra? Nem uma coisa nem outra! Você deve pensar no tema da sua composição, no sentimento que irá transmitir. Assista a um filme, repare como a trilha sonora (sem serem as músicas que estarão no CD do filme ok?!), ou melhor, o fundo musical, ouça como as notas conduzem a sua percepção da cena. Isso acontece com a progressão de acordes da sua música, que dará a base da sua letra ou o inverso.
Algumas dicas para você compor melhor:
1- Leia poesia
2 – Estude os tipos de rima, de narração… (você aprendeu isso no colégio)
3 – Ouça música instrumental (Isso abrirá sua mente para novas harmonias e melodias)
4 – Estude progressões de acordes (procure no Google, no Youtube… existem várias lições)
5 – Trabalhe com motivos diferentes. Amor está em 90% das composições, pense em outros motivos.
6 – Mude a ordem dos acontecimentos do texto.
7 – Procure fazer parcerias. Isso lhe dará novos pontos de vista.
8 – Grave, sempre grave, não confie na sua memória.













