Baixo

O baixo ou contrabaixo surgiu por volta do século XV. A partir do século XVIII, Domenico Dragonetti especializou-se na introdução da orquestra com o contrabaixo de três cordas. No século XIX, começou a ser usado o contrabaixo de quatro cordas. É considerado como o descendente moderno da família dos violinos (violino, viola…) e como tal ele foi descrito como um violino baixo.

Baixo

 

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É Semelhante a uma guitarra elétrica maior em tamanho e com um som mais grave. Evoluído do contrabaixo acústico é utilizado por diversos gêneros musicais modernos. Possui tradicionalmente quatro cordas (E A D G), mas podem ser de 5 cordas (B E A D G) e 6 cordas ( B E A D G C). A versão acústica, chamada popularmente de baixolão, é similar a um violão.

Baixo 5 cordas

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Baixo 6 cordas

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Contrabaixo acústico ou Rabecão

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Semelhante a um violino grande é tocado ao friccionar um arco de crina contra as cordas ou ainda pinçando-as com os dedos. É o instrumento de cordas com registro mais grave. O rabecão de cinco cordas, possuindo uma corda mais grave afinada em Do1 (ou, mais raramente, Si0).

Sem trastes ou fretless

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O braço do instrumento não tem suas casas demarcadas por trastes que as dividem em semitons. É comum tanto entre os contrabaixos clássicos, como pode também ser encontrado entre os baixos elétricos.

Técnicas:

Tapping
As cordas são tocadas de forma parecida ao de um piano, batendo com as pontas dos dedos nas notas que se deseja soar. Quando são utilizadas as duas mãos recebe o nome de two-hands tapping.

Slap
Sua criação foi atribuída a Larry Graham, que se não foi o inventor, seguramente foi quem primeiro a popularizou. Chamado por Graham de “thumb and pluck”, consiste em percutir e puxar as cordas usando o polegar e os outros quatro dedos da mão direita (ou esquerda, para canhotos) obtendo uma sonoridade estalada e metálica, sendo uma das mais complexas técnicas de execução no contrabaixo elétrico.

Pizzicato (“beliscado”, em italiano)
Dedilhado, com a alternância de dois, três ou quatro dedos, as cordas. É utilizado de maneiras diferentes: enquanto nas orquestras o pizzicato é apenas um “beliscão” na corda, normalmente feito com um só dedo, e no jazz utiliza-se uma pegada diferente, colocando-se o dedo quase que paralelo a corda e com isso gerando um som mais “encorpado”.

Palhetada
Usada habitualmente por baixistas do hard rock e punk rock, o som fica mais estalado e agudo, e por vezes mais potente.

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Sobre o Autor

Bruno Francesco

Formado em Publicidade, MBA em Marketing Digital e Músico. Mantém as duas carreiras: publicitário e cantor.

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2 Comments

  1. Author

    Vou procurar essa informação, cara! Abs

  2. raimundo cordeiro 13 de junho de 2010

    Se eu teiver dois captadores em um baixo, um de 10k e outro de 19K, existe possibilidade de aumentar a resitencia do de 10k para equalizar o ganho dos dois?

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