A criação musical está entre nós a muito tempo. Pesquisadores estimam que a ela tenha em torno de 200 mil anos. Segundo estudos, a música talvez contribuiu na nossa evolução. Muito além dessa “esfera”, Pitágoras dizia que a música mantinha a harmonia entre os homens e os astros, mas em uma perspectiva evolutiva e biológica, a música estimula as nossas outras faculdades mentais, segundo o psicólogo Steven Pinker.
Charles Darwin dizia que a música é determinante para a escolha de parceiros sexuais, as fêmeas seriam atraídas pelos melhores cantores. “O homem que canta bem, é afinado, expõe melhor seus sentimentos. Parece mais sensível, mais inteligente. E isso agrada as mulheres”, afirma o jornalista e músico brasileiro Paulo Estêvão Andrade, em entrevista para Revista Super Interessante (edição 203/ Agosto de 2004). Seu argumento é reforçado pelo neurocientista Mark Tramo: “A música sempre está ligada ao comportamento sexual, desde os rituais de acasalamento, até as conquistas dos jovens de hoje em danceterias ou shows”, ele coordena o Instituto para Ciências da Música e do Cérebro, da Universidade Ha
rvard.
Do ponto de vista físico, a genialidade musical reflete nas feições faciais. Um estudo revela que compositores como Bach, Mozart, Beethoven, tem a face sinistra. Ou seja, a parte esquerda do rosto possui músculos mais fortes, com expressões marcantes. Sabe-se que cada lado é comandado pelo hemisfério oposto do cérebro. Até agora é suposto que o hemisfério direito é responsável pela aptidão musical, portanto os pesquisadores acham que os portadores de face sinistra talvez venham a ser melhores músicos. Convém não apostar todas as fichas nessa teoria, senão basta uma imagem para “credibilizar” um talento musical.
Mas e os cientistas… o que têm haver com isso?
Um estudo relizado pelos cientistas Dr. Christian Gaser e Dr. Gottfried Schlaug, mostrou que os músicos têm mais massa cinzenta em determinadas regiões do cérebro do que pessoas “normais”( afinal músico também é uma pessoa normal não é!?). Eles constataram diferenças na quantidade de massa cinzenta de determinadas regiões responsáveis pela audição, visão e controle motor.
Essas diferenças estruturais do cérebro dos três grupos estudados — músicos profissionais, músicos amadores e não-músicos — estão relacionadas à intensidade do treinamento musical. Quanto maior o treinamento, maior é a proporção de massa cinzenta. Como se sabe, a quantidade da massa cinzenta é determinante no grau de inteligência de um indivíduo. ( Vamos continuar treinando?!) Ao que tudo indica, o efeito do treinamento musical no cérebro é semelhante ao da prática de um esporte nos músculos, afirma o Dr. Gaser.
Talvez isso tenha algum efeito pois…

1 - Albert Einstein aprendeu piano sozinho ouvindo sua mãe tocar, mas o violino era o seu instrumento predileto.
2 – Charles Darwin adorava música e tocava fagote
3 – Galileu Galilei herdou do pai o gosto pela música que o ensinou a tocar alaúde e órgão.
4 – Leonardo Da Vinci tocava, para distrair seu modelo, música composta por ele em instrumentos inventados por ele, como um órgão a água e uma lira de prata.



















Abraço amigo!