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Scat Vocal – uma conversa
Scat Vocal pra muitos é “dubiduda”, o tal do solo de voz. Pra mim é uma conversa apenas com notas. As tensões e intervalos das escalas criam a temática do assunto onde todos falam a língua música.
O vídeo abaixo exemplifica bem a questão da conversa. É uma aula de um dos mestres do scat, Bob Stoloff , Presidente Adjunto do Departamento de Voz na Berklee College of Music em Boston, Massachusetts – EUA. Seus workshops incluem scat singing tradicional, improvisação espontânea e grooves rítmicos.
Quer montar uma banda?

Você se juntou aos seus amigos, decidiu formar uma banda e com certeza precisa ensaiar. O que falta? Equipamento! Antes que matem o vocalista por achar que não precisa comprar nada ou você (caso seja você o vocalista) saiba o que cada um precisa investir.
Vamos pensar no básico (*considerando equipamentos com qualidade “apresentável”) para começar os ensaios e depois no que seria um equipamento profissional. Não vou falar nas marcas dos instrumentos porque teria que entrar em discussões mais técnicas que prolongariam o post, mas pela média de preços (de boas marcas e instrumentos entre usados e novos) podemos ter uma idéia.
Faremos o nosso levantamento para uma banda de cinco componentes que englobe os instrumentos mais conhecidos:

Baterista
Referências: Neil Peart, Carlos Bala, Steve Gadd, Carter Belford…
São responsáveis pelo ritmo da banda. Eles que vão puxar o andamento da música e principalmente mantê-lo. Precisam ter um bom ouvido para o ritmo e a forma musical. Um bom baterista é preciso, técnico e sensível ao que a música pede, sabendo exatamente onde colocar notas e onde deve haver espaço para a música respirar.
Certamente é o que irá colocar mais a mão no bolso um equipamento básico para baterista já custa muito caro! Se a banda ensaia na “garagem” de alguém com certeza a casa dele será a primeira opção, pois dá muito trabalho transportar a bateria pra lá e pra cá.
Baixo
O baixo ou contrabaixo surgiu por volta do século XV. A partir do século XVIII, Domenico Dragonetti especializou-se na introdução da orquestra com o contrabaixo de três cordas. No século XIX, começou a ser usado o contrabaixo de quatro cordas. É considerado como o descendente moderno da família dos violinos (violino, viola…) e como tal ele foi descrito como um violino baixo.
Extensão Vocal-2
Continuando o post anterior Extensão vocal – 1
Classificar a voz visa encontrar suas características principais, demarcando seus pontos de passagem (voz de peito, voz de cabeça), sua região de conforto e extensão. O fonoaudiólogo deve examinar os aspectos anatômicos, fisiológicos e acústicos como a extensão da voz, longitude e abertura das cordas vocais, tamanho e forma da laringe e do trato vocal, capacidade pulmonar. Feito isso cabe ao professor de canto usar esses dados e aplicar as técnicas vocais cabíveis. Mas nem sempre isso acontece, né!? Muitas vezes esperasse um problema vocal para isso acontecer.
É um problema sério estabelecer a região “base” do cantor, pois dependerá do bom ouvido do professor e o bom senso do cantor. Em vozes sadias, alguns abusos vocais podem parecer não danificar a voz, mas com o passar do tempo logo notará algumas falhas. Existem vozes que podem ser imediatamente classificadas, mas na maioria das vezes pode não ser uma tarefa fácil. Principalmente quando os gostos do professor e do aluno interferem no processo de “limpeza” da voz. Como assim “limpeza”? A voz precisa ser trabalhada na aula para a emissão limpa das notas sem “efeitos” ou vícios para alcançá-las, e ai, então, o aluno poderá adicionar sua personalidade desde que não seja uma atividade condenável.
Mobile Band

Se você tiver mais 3 amigos com Iphone e está afim de montar uma banda não tem maneira mais prática de carregar seus instrumentos.
Tem vários aplicativos de música dá só uma olhada:

















