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Como usar minha voz?
Quem me derá existir o “Manual da voz – guia do usuário” resolveria vários problemas que temos que passar para achar a técnica correta. O timbre da voz de uma pessoa existe por razões anatômicas: o tamanho da laringe. O pomo de adão ou “gogó” pronunciado ou pontiagudo têm maior facilidade de ressonância grave, e conseqüentemente voz mais grave.
Cantar fora do seu registro requer treino e um postura vocal diferente. O abuso dessa prática pode trazer graves conseguências futuras. Algumas vezes até se consegue uma emissão aparentemente “natural”, porém, esta voz foi apenas fabricada, e não vai durar muito.
Um exemplo famoso é o cantor Michael Bolton que possui um pescoço longo e um gogó proeminente, que o qualificariam como um cantor de voz grave. Mas ao contrário do que se via, no início de sua carreira, com as músicas: ” When a man loves a woman” e ” How am i supposed” , cantava notas extremamente altas para sua natural extensão. O que conservou por muito anos, concerteza fruto de muito estudo e treino. Veja o vídeo:
Atualmente ele abaixa alguns tons dessas músicas para não comprometer sua saúde vocal, veja o vídeo:
Bruce Dickinson

Começou como vocalista cantando em bandas desconhecidas do grande público. A banda que o projetou foi a Samson na qual gravou dois álbuns. Saiu do Samson para o estrelato com a banda Iron Maiden, tendo a difícil missão de substituir Paul Di’Anno . Acabou se tornando um dos mais respeitados vocalistas do heavy metal.
Samson:
EXTENSÃO VOCAL – 1

“Como conseguir mais agudos?” Esse é um assunto que muitos iniciantes consideram sinônimo de cantar bem. Se fulano tem uma extensão tem 1000 oitavas ele é o melhor cantor do mundo. Pior ainda é o culto ao agudo que criou uma das coisas mais bizarras da música: os castrati (cantores castrados antes da puberdade para manter os agudos da voz de criança).
É importante diferenciar os termos: tessitura vocal e extensão vocal. Pois o primeiro se trata do conjunto de notas emitidas dentro da capacidade natural do cantor ou seja “sem esforço” ou também classificada como região de brilho e a segundo a totalidade de notas que podem ser realizadas independente da qualidade sonora emitida e que pode ser aperfeiçoada e explorada com o estudo do canto.















