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Microfones
Sem o microfone, principalmente, os cantores, não seríam ouvidos pelo grande público ou mesmo eternizados nas gravações. Sem eles estaríamos até hoje em busca da maior ressonância possível e “berrando” cada vez mais alto contra grandes orquestras (haha). Como funciona? Quais são os tipos?
O som é o deslocamento de moléculas de ar formando ondas sonoras. A tendência do som é se dissipar no espaço. Como guardar essas ondas sonoras? O problema começou a ser resolvido com a invenção do microfone, que transforma energia acústica em elétrica. Ele não registra com 100% de fidelidade as características acústicas do som, porém existem microfones específicos que melhor se aplicam a cada tipo de som. O microfone é muito parecido com o alto-falante (inclusive muita gente já usou aqueles fones de ouvido sem arco como microfone, lógico que a qualidade fica bem pior, mas quebra o galho), eles foram desenhados para trabalhar exatamente ao contrário. Classificados de acordo com a forma pela qual realizam essa conversão de energia, os microfones são divididos em:
• Dinâmicos
• Condensadores
Por que algumas músicas ficam grudadas em nossas cabeças?
Tem certa músicas que não saem da sua cabeça. Você está fazendo algo e de repente se pega cantando a música. Tá tomando banho e aparece ela, correndo e ela de novo, senta pra comer e já batuca ela nas coxas, você se torna escravo dela! Pior que é altamente transmissível ! Deveria haver um controle de saúde do ministério da saúde e tudo mais hahaha. Não precisa nem ser exatamente a letra, pode ser o “tralalá” , o solo, o refrão ou um intrumento de destaque da música.Porque elas grudam?
Extensão Vocal-2
Continuando o post anterior Extensão vocal – 1
Classificar a voz visa encontrar suas características principais, demarcando seus pontos de passagem (voz de peito, voz de cabeça), sua região de conforto e extensão. O fonoaudiólogo deve examinar os aspectos anatômicos, fisiológicos e acústicos como a extensão da voz, longitude e abertura das cordas vocais, tamanho e forma da laringe e do trato vocal, capacidade pulmonar. Feito isso cabe ao professor de canto usar esses dados e aplicar as técnicas vocais cabíveis. Mas nem sempre isso acontece, né!? Muitas vezes esperasse um problema vocal para isso acontecer.
É um problema sério estabelecer a região “base” do cantor, pois dependerá do bom ouvido do professor e o bom senso do cantor. Em vozes sadias, alguns abusos vocais podem parecer não danificar a voz, mas com o passar do tempo logo notará algumas falhas. Existem vozes que podem ser imediatamente classificadas, mas na maioria das vezes pode não ser uma tarefa fácil. Principalmente quando os gostos do professor e do aluno interferem no processo de “limpeza” da voz. Como assim “limpeza”? A voz precisa ser trabalhada na aula para a emissão limpa das notas sem “efeitos” ou vícios para alcançá-las, e ai, então, o aluno poderá adicionar sua personalidade desde que não seja uma atividade condenável.
EXTENSÃO VOCAL – 1

“Como conseguir mais agudos?” Esse é um assunto que muitos iniciantes consideram sinônimo de cantar bem. Se fulano tem uma extensão tem 1000 oitavas ele é o melhor cantor do mundo. Pior ainda é o culto ao agudo que criou uma das coisas mais bizarras da música: os castrati (cantores castrados antes da puberdade para manter os agudos da voz de criança).
É importante diferenciar os termos: tessitura vocal e extensão vocal. Pois o primeiro se trata do conjunto de notas emitidas dentro da capacidade natural do cantor ou seja “sem esforço” ou também classificada como região de brilho e a segundo a totalidade de notas que podem ser realizadas independente da qualidade sonora emitida e que pode ser aperfeiçoada e explorada com o estudo do canto.
Equalizando a Voz – 1

Para ser cantor há o lado bom e o lado ruim. O lado bom é que nascemos com o instrumento de nosso trabalho carregamos para todos os lados e está sempre a mão para a prática. O lado ruim é que não visualizamos e não há o contato direto . O que nos resta são as sensações e percepções para melhor colocação e equalização da voz. Por isso precisamos entender o “mínimo” da fisiologia das partes envolvidas na produção vocal.
As características acústicas da voz são determinadas por dois fatores: fonte sonora e trato vocal. Segundo Boone, a freqüência fundamental produzida pelas pregas vocais seria uma voz de tom fraco, estridente, sem o componente adicional da ressonância. Assim como em qualquer outro instrumento o seu corpo é uma caixa de ressonância. Os ressonadores dão timbre e amplitude particular para o som emitido pelas cordas vocais e a manipulação e direcionamento da emissão para eles é o que nos faz equalizar a voz.

















